Noite Branca leva 100 mil pessoas ao Parque Municipal

Evento bate recorde de público na história do Parque

O Noite Branca, um dos eventos mais esperados pelo público em 2012, realizou a sua primeira edição com grande sucesso. Segundo a administração do Parque Municipal Américo Renné Giannetti, aproximadamente 100 mil pessoas, de diversas idades e regiões da cidade, passaram por lá e pelo Palácio das Artes, das 18h horas do dia 14 às 6h da manhã do dia 15 do mês de setembro, superando as expectativas da organização.

“O Noite Branca comprova a possibilidade da reocupação de espaços urbanos para o fomento à cultura a partir da reunião de diversas linguagens artísticas. Avaliamos a primeira edição como uma proposta de sucesso. Com base nessa primeira experiência vamos realizar as próximas edições, aperfeiçoando cada vez mais o evento. Queremos que o Noite Branca faça parte do calendário cultural da cidade”, diz Solanda Steckelberg, presidente da Fundação Clóvis Salgado.

Durante o Noite Branca, pela primeira vez, o Parque Municipal e o Palácio das Artes foram abertos à visitação pública durante toda a noite. Uma fruição cultural lúdica e diferenciada tomou todas as praças, coretos e largos do Parque, oferecendo uma vasta programação da arte contemporânea com exposições, instalações artísticas, mostras de vídeos, apresentações cênicas e musicais. Mais de 70 artistas, entre eles Carlos Teixeira, Cintia Marcelle, Nydia Negromonte, Paulo Nazareth, Silvia Amelia, Brigida Campbell e Eder Santos, apresentaram trabalhos concebidos especificamente para o local.

Na gastronomia, foram elaborados cardápios especialmente para a noite. Foi realizada uma feira de publicações para a venda e troca de livros recentes no campo das artes visuais, artes cênicas, arquitetura e design. Os brinquedos do Parque também foram atração à parte. O público pode andar de rotor, twist, passear no trenzinho e nos barcos, comer pipoca e algodão doce.

Outra grande atração foi a apresentação do músico Arnaldo Baptista durante a exibição do filme “Viagem à Lua”, de Georges Méliès, no evento de abertura, que marcou também o início Festival Internacional de Curtas. Em um ato simbólico de integração do Palácio das Artes com o Parque, um trecho das grades que separa os dois espaços foi temporariamente removido.